23 de fevereiro de 2012

Para Francivan


As coisas que são ouvidas do silêncio são as mais profundas que se pode imaginar...

Comecei esse texto falando de silêncio porque, certamente, é a característica mais relevante deste nosso amigo: silencioso, embora sorridente; e humilde, embora inteligente... este jovem é o Francivan - ou Francivá, como diria a Heloísa!

O Francivan – cidadão cuja as conversas mais longas foram com a Nayres... outra pessoa muito barulhenta – foi indubitavelmente o aluno mais discreto da 1/2/3/4..04. Não há quem discorde de mim, creio eu.

Sempre muito firme nos seminários, ele é daqueles que a presença não precisa ser imposta, pois a ausência é rapidamente sentida. É de gente assim que o mundo precisa...

Atento e muito gente boa quando deu uma ótima nota para meu grupo no seminário de Sociologia do último mês de novembro, Francivan é um rapaz temente a Deus, mas que nunca precisou gritar para que tal coisa fosse percebida. Admiro demais isso!

Foi um prazer, meu caro, ter passado esses quatro anos no mesmo ambiente que você. Que o aprendizado tenha sido mútuo! Abraços e muito sucesso!

13 de fevereiro de 2012

Para Thiago Luís


Este foi o homem mais zoadento da turma. Teve o celular mais antipático, apesar de não, na maioria das vezes, usado por ele. Este jovem é o Thiago.

Deu-nos um susto no segundo ano quando passou um tempinho acamado. Mas vaso ruim não quebra, não é, meu amigo?!

Um poço de paciência e a disposição de ouvidos que nenhum outro são-paulino é capaz de ter. E esse é são-paulino mesmo. Não bambi! Foi ele quem me ensinou a arte sagrada da paciência com o Elias. Se você não tiver paciência com o Elias, aprenda com o Thiago. Ele é o cara!

Companheiro de cadeira vermelha por mais vezes e de conversas na porta da sala; o cara que mais fez o Ives, Rafael, Laykson e Igor ir até a praça do Fripisa comprar Guaraná da Amazônia; dono do carro responsável por carregar o “precioso” no segundo ano. (Precioso foi o nome dado à prensa de papel picado dado pelo Paraíba – sucesso em qualquer lugar – na Gincana da Semana do Meio Ambiente, organizada pela professora e contadora [de história] Evangelina)

Seu Luís, foi um prazer os anos que estudamos juntos e será um prazer sempre lembrar que você é um daqueles importantes na lista de grandes amigos.

Abraços!

Para Danielly


É possível colocar a Danielly naquele seleto grupo dos belos sorrisos e da delicadeza extrema.

Eu costumava imaginar a seguinte situação: a Daniele, zangada com uma questão que o professor corrigiu errado na sua prova, vai com o máximo de raiva que ela pode ter para falar com o professor: (com fala bem mansa e sorriso no rosto ela diz “professor, eu acho que o senhor errou na correção dessa questão! O senhor poderia, por favor, corrigir essa questão de novo? Brigada, tá, professor?!”

Quem disser que já viu a Suhellany zangada e xingando, com certeza está mentindo. E feio!

Além da blusa da Avril Lavigne nos primeiros dias de aula e o uso sempre marcado de algum “all star”, dentre as muitas espécies existentes, lembro ainda a vocês, meus caros, a timidez sempre tão pura dessa menina nos seminários, a preocupação dela com os demais amigos, o jeito sempre tão meigo de lidar com todos.

Danielly, você é uma fofa! Abraços e sucesso na vida sempre...

Para Aliceanny


A Aliceanny foi a menina que primeiro me aproximei. Sempre a considerei bastante segura de si e cheia de coisas boas para ensinar. E eu (digo isso com toda certeza do mundo) não estava nem um pouco enganado.

Seria idiotice minha falar da “Alice” e não lembrar o Auto da Barca do Inferno e aquele diabo que fez tanto sucesso que foi repetido na Gincana da Evangelina, em par com o anjo mais preguiçoso do mundo: a Jhussyele.

É inegável a destreza da Aliceanny com o discurso. Espero não precisar passar por uma entrevista de emprego com ela! [risos]

Dedicada, humana, alegre, séria e inteligente. Contudo, vale ressaltar que a inteligência dela não é naquele sentido estrito e simples da palavra: a inteligência dessa garota transcende o se dar bem em provas, ser uma aluna reconhecida ou não. A humildade faz da inteligência da Aliceanny uma sabedoria que são poucos os que a possuem.

Um forte abraço, minha amiga flamenguista que não é doente. Afinal, se alguém é flamenguista, esse não pode ser doente, pois é muito são e sábio!

Para Antônio Carlos


Outro dos amigos de muito antes do IFPI, o Antônio Carlos foi um dos que entraram de gaiato na, então, 104. Impossibilitado de seguir no curso de Contabilidade por causa do horário do trabalho, conseguiu transferir sua matrícula pro curso de Desenvolvimento de Software. Não acho que ele tenha louvado os céus por isso! Mas tenho certeza que ainda hoje ele agradece a Deus a oportunidade de ter conhecido e se tornado amigo de tanta gente boa...

Dono da letra mais bonita da sala, o Carlinhos, assim carinhosamente chamado, foi um dos fãs do Joaquim. Foi dele a camisa da semana do Meio-Ambiente que foi parar no esgoto... E foi também um daqueles que estava no curso sem querer querendo e tinha ainda a esperança de gostar desse.

Não havendo sido satisfeito o seu desejo, esse jovem saiu da nossa turma na época da 304. Passou no vestibular, mas, infelizmente, não deu tempo de se matricular graças à “rapidez” e à “presteza” da nossa querida instituição!

Mas é claro que isso não foi um problema pro Carlos... hoje, “foreverman”, é um bem-sucedido supervisor e há de crescer ainda mais na vida, ele que nasceu para voar!

Abraços, meu amigo, Antônio Carlos! E muito sucesso sempre, nosso mais novo papai!