6 de abril de 2011

1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer


"Download da coleção de CD´s do livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer (1001 Albuns you must hear before you die)

Sinopse:

Em 1001 discos para ouvir antes de morrer, 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos apresentam uma rica seleção dos álbuns mais inesquecíveis de todos os tempos.

Abrangendo desde as origens do rock ‘n’ roll nos anos 50 aos mais recentes sucessos, este livro vai guiar você por diferentes tendências sonoras e mostrar o poder que a música tem de representar as aspirações e os sentimentos de toda uma geração.

Embora grande parte do livro seja dedicada ao rock e ao pop, há também dezenas de boas indicações de jazz, blues, punk, heavy metal, disco, soul, hip-hop, música experimental, world music, dance e muitos outros estilos."

Para começar essa saga (baixar 1001 discos é algo torturador!) é só entrar no site a seguir e ter muita paciência com a internet brasileira (a pior do mundo). Esforço que, sem nenhuma dúvida, vale (e muito) a pena!:D

Abraços...

http://nobrasil.org/1001-discos-para-ouvir-antes-de-morrer/

5 de abril de 2011

Simplesmente, Obrigado!











Escrito na noite do dia 03 de fevereiro deste ano, depois da surpresa que fizeram pra mim... surpresa que sobrou pra mim, como dá pra ver lá embaixo... Queria que todas que fizeram aquela surpresa lessem isso, mas, na impossibilidade, fica no meu coração o meu agradecimento.

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Talvez eu me repita muito por algum tempo. Talvez eu use, por muitas vezes, o mesmo tema ao escrever alguma coisa: o amor. Mas pra que falar de algo
mais se o amor é tudo? Desta vez, quero falar do amor que recebo, visto sobretudo hoje, meu aniversário.

Enquanto escrevo vou buscando inspiração no reflexo das palavras de quatro cartolinas coladas com fita gomada na parede do meu quarto. Uma verde, uma rosa, uma amarela e uma azul. Palavras soltas, textos singelos, flores, corações, colcheias, um triângulo retângulo (o que eu ainda não entendi bem o porquê)... tudo isso aqui neste quarto.


Isso que acabei de descrever é a representação do maior presente da
minha vida que se repete todos os dias do ano: a demonstração do amor. Tudo bem que hoje tem um leve empurrãozinho por ser o dia que minha cabeça ganha mais cabelos brancos, mas, reitero: isso se repete todos os dias do ano.

A prova de amor não está somente na preocupação que todos tiveram de fazer algo que me agradasse ou de escrever com a letra bonita ou de fazer um esforço para estar presente na surpresa preparada para mim em minha casa. A prova de amor está nas palavras simples.

Eu ainda busco a simplicidade da palavra (como busco a simplicidade Da Palavra), por isso talvez jamais fosse capaz de preparar um presente como este que me deram. Não por não ter criatividade (e nem tenho tanta), mas por não ter a ousadia das palavras simples. Não tenho a coragem do vocabulário comum nem das frases fáceis. Me falta essa audácia.

Ainda me perco buscando sinônimos. Não sou como o JLB, que aprendeu em vida a não buscar os sinônimos por “sugerirem diferenças imaginárias”. Não sou como o Rubem Braga, que percebeu ser a simplicidade o grande mistério da poesia...

Mas est
ou vivendo. Envelhecendo. Sei que um dia vou perceber que a simplicidade das palavras faz a vida ser bem mais bela e que toda a maravilha do mundo é graças à normalidade (e não à perplexidade) do que se escreve.

No entanto, a palavra a qual me refiro não é simplesmente a palavra escrita, aquela do dicionário, o vernáculo. A palavra, que se faz pura e perfeita no planeta água, é a palavra: ação, pensamento, vida. Não é possível usar a pureza das palavras simples se a vida não for simples também. Ou talvez seja o contrári
o, mas isso já é complicado demais, logo não cabe neste texto simples.

O certo é que quanto mais eu vivo, mais eu percebo que não é o amor que faz o simples ser bonito, e sim o contrário.

Here I Am Again



"Eu estive longe, longas tardes à procura!" ... mas agora estoy acá more one time.

Deixando esse texto mal-poliglota de lado, quero me dar as boas vindas de novo à internet, em especial ao blogspot que foi o que eu mais senti saudades.


Quero recomeçar postando algo que não é meu. As coisas alheias (nem) sempre são uma maravilha...

Têmpora
"Não foge o tempo ao que lhe cabe. Breve
as suas marcas sobre nós dispõe
como em seu gado um fazendeiro.E consequente
consegue mais do que a brasa do ferro
que só na pele se estampa.

Os seus sinais procuramos no ar, na mudança das folhas,
no correr das nuvens. E eles em nós se depositam
tão indelevelmente embora lentos.
E lentamente vamos trasnformando
a agitaçào maturação de sonhos
que lhe oferecemos. Somos das suas entregas

E marcados assim jamais nos tresmalhamos.
Paciente ele espera nossa vez
em sua partilha. E nos concede os domingos
onde acuados sonhamos com outros domingos"

H. Dobal

E bom retorno pra mim... :D

25 de março de 2011

Um Canto

Um canto,
um manto,
um Santo,
um abraço que dou...
isso tudo me protege!

O estranho,
o tacanho,
o risonho...
é isso o que sou
e o que minha face sugere.

Um conto,
um ponto,
um desconto,
um confronto que vou...
é o que me fortalece.

O redondo,
o marimbondo,
o embondo
é do que uma menina me chamou...
É o que me aparece.

Um pranto,
um desencontro,
um entretanto
é o que ninguém nunca gostou,
mas é o que mais nos acontece.

O encanto,
o portanto,
o tamanho
da alegria do recanto em que estou:
é o amor de quem cresce!

Um espanto,
um quebranto,
um enquanto...
é o momento que passou
do tempo que me é inerte.

O sonho,
o ganho
e o riso é o que ponho
no fim que chegou,
pois é a poesia que elege.

*14 /02/2011

18 de março de 2011

De Passagem...

"Nossa, quanta teia de aranha!". Foi a primeira coisa que disse quando o log in do blogger terminou. Mas ainda vai criar um pouquinho mais de teia de aranha, de poeira... Vim só assoprar, ainda não vou "basculhar"!

Estou só dando um "oi" a meu blog e as minhas seguidoras, que aumentaram. A propósito, eu tô é bem: só mulher me seguindo. Será sorte na internet, azar fora dela? Com certeza não, todas essas fulanas (até uma fulana mineira) fazem mesmo parte do meu cotidiano ou do meu pensamento.

Desde minha última postagem muita coisa aconteceu e continua acontecendo neste negócio que chamam de Terra: briga no Egito, na Líbia, tragédia no Japão, palhaçadas em Brasília (isso é sempre, mas tinha que falar da Jaqueline Roriz), palhaç
ada no Piauí (não é mesmo, secretário Átila?), morte de gigantes (Moacyr Scliar, Arnaud Rodrigues, John Herbert, Charles Jarrott...), viajei, meus crismandos se crismaram e tantas outras coisas.

De todas as coisas que aconteceram, nessa postagem esporádica de hoje, quero falar apenas de como tenho andado: bem, graças a Deus! Vivendo, am
ando, sorrindo, cantando, não dançando... pois vou indo, escapando.

Estou longe da internet e do telefone também. Falta de dinheiro e vontade mesmo de remar contra corrente. Tô experimentando o sabor da relação o
lho no olho, me distanciando da relação à distância... muito melhor, afirmo!

Continuo lendo um livro por semana e uma crônica por dia, ouvindo pelo menos uma música nova a cada pôr do sol e continuo brigando com o resto da
minha espécie: eu não vou ficar doido de tanto estudar e de tanto brigar pelo futuro que talvez não venha. Ando mais interessado em andar do que planejar.

Pra ir embora, quero só mandar um beijo a minha irmã, mais nova blogueira, assim como Ilana (continue assim, teu blog tá show de bola), Denise (que par
ece que já excluiu a sua conta) e a uma Ana Guedes que me roubou uma imagem num dia desses em que estive longe...

A Amanda, Ana, Camila e a quem tiver o costume raro de passar a vista por estas singelas páginas, meu abraço carinhoso e meus parabéns pela paciência!

Vou voltar à minha inatividade cibernética, porém à voracidade da minha rotina intensa: rotina de vida e de amor. Só isso e nada mais!:D

Fui, pois vim só dar um oi...